Marketing Hacker
BeClue é uma consultoria digital focada na conversação dos mercados
Mercado Hype - blog do Gato Bandini (alter - ego de Hernani Dimantas)










JOHO - ezine de David Weinberger




EGR - ezine de Chris Locke







 

24.7.02

Entrar no acaso ou num blog
por Zuenir Ventura

... A quantidade de e-mails recebidos me dá a esperança de que, quando estiver com crise de rejeição, me sentindo sozinho, abandonado, já sei o que fazer: escrevo sobre blog. (...)

Antes, eu recorria ao conselho do poeta Carlos Pena Filho, que compôs um dos mais bonitos sonetos da língua portuguesa (...) peço licença para publicá-lo aqui, antes de continuar a conversa. Vejam que beleza:

A solidão e sua porta

Quando mais nada existir que valha
A pena de viver e a dor de amar
E quando nada mais interessar
(Nem o torpor do sono que se espalha)

Quando, pelo desuso da navalha
A barba livremente caminhar
E até Deus em silêncio se afastar
Deixando-te sozinho na batalha

A arquitetar na sombra a despedida
Do mundo que te foi contraditório
Lembra-te que afinal te resta a vida

Com tudo que é insolvente e provisório
E de que ainda tens uma saída
Entrar no acaso e amar o transitório.

Pronto. Acabo de realizar um feito inédito: começar uma matéria e, seis linhas depois, publicar um poema. O bom da internet, dizia Marcos Sá Corrêa ao me trazer para cá, é que todas as liberdades são possíveis (...)

Nessa altura eu já lera e-mails suficientes para corrigir aquela primeira impressão de que os weblogs eram apenas uma versão eletrônica, pós-moderna, dos antigos diários, embora este gênero seja talvez o de maior sucesso pelo que tem de confessional, de expressão subjetiva e confidencial, daquilo que antigamente a escola romântica chamava de estados d’alma: o “spleen” tipo Byron, o “mal du siècle” de Alfred de Musset ou mesmo o narcisismo sofrido do nosso Álvares de Azevedo.

Mas agora já sei que os blogs vão além, não têm limitações temáticas. Em uma das muitas mensagens recebidas, o leitor Hernani Dimantas anexou um artigo em que resume o que quis dizer sem conseguir. Eis um trecho:

“Na internet somos todos publishers. Postamos em listas, escrevemos em sites, e fazemos um jornalismo mambembe nos blogs. Estamos presenciando uma nova forma de conversação. Pessoas comuns estão mostrando a cara. Alguns preferem a obviedade do dia a dia, outros preferem elucubrar temas mais arrojados, outros se contentam com seus 15 minutos de fama. Esta conversação, embora totalmente caótica e sem controle, tem tomado uma forma gigantesca. Os mercados estão sendo formados, e micro-canais de comunicação passam a ter importância diferenciada”.

posted by Hernani on 24.7.02 | link

22.7.02

Procura e acha

Organizar-se em sociedade é mesmo um instinto humano. O computador, que antigamente era nosso amigo solitário, tornou-se porta-voz de toda a humanidade. Através dele, nos dirigimos a ela e vice-versa, num funcionamento orgânico, que pode parecer caótico. Mais sobre Oráculos e blogchalking no insite, da Marina Lemle.

posted by Hernani on 22.7.02 | link

Audiência na Internet bate tv e revista

A DoubleClick acaba de revelar informações sobre um estudo de cross media que compara a audiência relativa de sites, programas de tv e revistas de varejo. E garante: os sites mais populares na Web batem os programas de televisão exibidos em horário nobre e são comparáveis à publicidade feita em revistas de grande tiragem.

Bem, o que importa! Internet não é mídia de massa. A quantidade é irrelevante, pois o que vale na rede são os micromercados. Na internet falamos com pessoas. E não da forma que a propaganda atinge seus prospects. Na internet presume- se o diálogo.

(...) a Internet representa o meio mais efetivo para alcançar determinados grupos demográficos, incluindo homens de 18 a 49 anos, homens e adultos de 25 a 54 de poder aquisitivo elevado.

Mercados consistem em seres humanos, não setores demográficos.

(...) "No início do ano conversamos com 200 profissionais de marketing; eles apontaram como razão número um para não investir mais online o fato de seus clientes não estarem na Web", comentou Susan Sachatello, diretora de marketing da DoubleClick. Segundo ela, ao comparar essas métricas lado a lado, o estudo mostra que a Internet está se posicionando como um meio de massa eficaz e que os profissionais do setor devem apostar na Web para atingir seus clientes.

Como assim? Meio de massa eficaz. Internet não funciona dessa forma. Talvez as mentes suspeitas vão continuar a tentativa de vender o peixe estragado. De nada adianta querer posicionar a rede como se fôra mais uma mídia. Jamais será uma mídia de massa eficaz, pois a arquitetura da rede não permite esses devaneios.

Para realização da pesquisa, foram comparados os dados dos 25 sites mais populares da Internet, dos programas exibidos em horários nobres e de revistas de varejo em 12 categorias demográficas diferentes, incluindo idade, raça e gênero.

Engraçado. Ninguém baixou no porão. Pessoal, empresários e interessados... a rede de verdade funciona de baixo para cima. Não é por acaso que acontece um fenômeno chamado blog. A rede é caótica, descentralizada e rude. As pessoas, inúmeras pessoas... milhares... milhões... estão conversando nesse exato momento. Estas pessoas passam os olhos pelo mainstream, mas é na informação livre que descansam suas paixões.

fonte: IDG NOW - Simone Freire

posted by Hernani on 22.7.02 | link

Por favor olha nós aqui em cima - ... os tempos mudaram. Agora o que importa é a base e não mais o topo. As organizações se tornaram demasiado grandes, os super-diretores já não enxergam além de suas próprias barrigas. (...) "duvido que alguma equipe do topo vai usar os blogs para compartilharem algo, ou dizerem o que estão pensando. Quem vai usar os blogs serão as pessoas dos departamentos". (...) O topo estará cada vez mais para a figura de um rei (bobão, simbólico) gritando "Por favor olhe aqui em cima!"
posted by Hernani on 22.7.02 | link

Suspiros do velho mundo - O email marketing é o último suspiro do marketing de interrupção. O spam é a estratégia das mentes suspeitas, apoiadas por revistas que se dizem "modernas".
mais na novae

posted by Hernani on 22.7.02 | link

SOMOS. E SOMAMOS. Palíndromos muito além de meras figuras de linguagem.
Belos, mas diversos;
complexos, mas puros;
únicos, na diversidade;
substantivos, à mercê de quaisquer adjetivos;
cifrões, por conta de um pingado;
meu check-in atrasado pelo paraíso;
um cigarro pelas suas idéias.
O efêmero ganha corpo e se perpetua. Humanos: essas sinapses e esse
movimento cardíaco têm, sim, algo a expressar, agora, nesse caos. Esse
mistério é que instiga e move e anima e emociona: tudo pode ser. E é.

Paulo Bicarato
http://alfarrabio.blogspot.com

posted by Hernani on 22.7.02 | link

19.7.02

Republicação: Os Xiitas e os Chaatos

Tudo acontece na Widebiz. Até discussões. Aliás, este é o objetivo da lista. Catalisar as conversações entre seres humanos. Há de se admitir que as pessoas gostam de opinar e manter suas palavras. Nada demais nisso.

Engraçado que os debates corriqueiros, taís como preciso disso, ou daquilo, são prontamente atendidos. Seria mais fácil que os listeiros aprendessem a pesquisar na rede ao invés de pedir... pedir e pedir. Mas quando o debate entra no tema spam, parece que baixa o diabo. Os ânimos esquentam... os “quero sair da lista” aparecem e outros vem tentar nivelar por cima. E tem, também, aqueles que se aproveitam da carniça e tentam reviver das cinzas

Temos que aceitar que os irresponsáveis que atuam dessa forma prevaleçam? Uma união de spammers se forma em segundos. O crime compensa. Os contrários são uns xiitas desgraçados, que querem se dar bem a qualquer custo... hahahhahaah

Então sou xiita. Odeio spam. E estou convicto da irresponsabilidade de qualquer profissional que se vale deste artifício. Pois querem se dar bem sem o real esforço de criar uma reputação. Nunca disse que spam não resolve o problema a curto prazo, mas tenho certeza que não é uma estratégia efetiva a longo prazo. E serão os mercados quem vão conhecer os babacas. Podem xingar! Estou aqui para isso.

Desta estória toda o que mais gostei foi da frase da jornalista Raquel Regis: “Algumas discussões me fazem lembrar alguns partidos políticos, compostos de duas alas, a dos xiitas e a dos chaatos. Bom fim de semana.”

posted by Hernani on 19.7.02 | link

Knowledge Sharing

An interview with Robert Buckman of Buckman Labs in Singapore's Business Times [via Mohan Narendran's comment on John Robb's blog]:


We found that over 90 per cent of the knowledge in the company was in the heads of our people and it was changing every minute of every day. It was not written down yet. Therefore, if we wanted to achieve success in the fast-changing environment that we found ourselves in, we had to learn how to move this knowledge across the organisation to where it was needed and when it was needed.

It is this movement of knowledge that creates the value. It is movement in response to a need. That knowledge that moves in response to a need of the organisation is the valuable knowledge that you should capture for future reference. It is now explicit and it is useful to put it into a knowledge base.

The focus, as Buckman puts it, should be Knowledge Sharing, not Knowledge Management. This is where blogs come in.

Posted by rajesh in Digital Dashboard
posted by Hernani on 19.7.02 | link

O SPAM tem sido um assunto recursivo nas listas de discussões e revistas como a Webinsider, povoada por marketeiros do velho mundo que se julgam descolados pela quantidade de diplomas pregados na parede e/ou produtoras de webdesign, agências de publicidade por onde passaram (...) Querem fazer da Internet, espelho do mundo real, onde o marketing direto atola nossas caixas de correios com anúncios e mais anúncios. (...) Querem continuar ganhando dinheiro, com uma fórmula antiga para um meio novo. Se dizem descolados, conhecedores da nova dinâmica do mercado, quando na realidade estão coadunando com as práticas jurássicas do velho marketing. E criticar as "pérolas" que eles escrevem é ser "fanático religioso". Triste...
copy & paste: Charlie

posted by Hernani on 19.7.02 | link

A emenda foi pior do que o soneto

Infeliz esse outro artigo postado no webinsider: Spam é um saco, mas fanatismo também, de Ricardo Cavallini. Ele tentou dar um ar conciliatório à repercussão negativa do artigo do Fernand Alphen. Uma mesmice de comentários banais que colocam no mesmo saco o crime e os direitos civis.

O autor inicia o artigo com uma filosofia barata. Atire a primeira pedra quem nunca enviou um spam. Pois bem, minha consciência está tranqüila, pois nunca enviei um spam. Creio que, mais do que uma ilegalidade, o spam é uma irresponsabilidade.

E principalmente quando incentivado por marqueteiros que vêem nessa estratégia um atalho para a abordagem dos mercados. Um pensamento inadequado para uma mídia que é avessa à comunicação de massa. O email marketing é o último suspiro do marketing de interrupção. O spam é a estratégia das mentes suspeitas.

O artigo está cheio de alusões ao fanatismo anti spam. Como se este fosse o verdadeiro mal. Brigar pelos direitos passou a ser comparado a crimes hediondos. Isso é uma inversão de valores. O crime é enviar spam.

Mas não creio que serão regras ou leis que diminuirão o abuso. A irresponsabilidade de profissionais que abrem a boca sem saber o que estão falando e apenas repetem argumentos infundados tem como objetivo salvaguardar suas idiossincrasias. O medo de perder o poder. Que está migrando para os mercados e deixam de ser exclusividade das empresas.

O autor continua: "Na minha opinião, estamos sempre na mesmice, onde os profetas anti-spam travam um combate com a mesma ineficiência que algumas campanhas anti-drogas e anti-pirataria. Levando em conta valores morais, inventando números mentirosos e escondendo o lado bom do pecado sem mostrar o lado negativo, efeitos colaterais e riscos causados pelo uso do lado negro da força."

Ele se diz contra o spam. Yo no creo en brujas. Mas a carga negativa dos seus argumentos aponta os anti-spammers como os grandes mentirosos. Acho que esses argumentos tem o peso de uma pluma. Não valem nada. Apenas mostram a incapacidade da webinsider de trazer ao público um debate realista. O artigo é tendencioso. Uma defesa institucional fundamentada numa pseudo democracia. A liberdade de invadir os direitos das pessoas de bem.

A emenda foi pior do que o soneto. Uma triste alusão do conservadorismo corporativo. Os mercados estão decepcionados.

posted by Hernani on 19.7.02 | link

Blogchalking no Joho

In the righthand column you'll see a little face drawn in blue. That's my "blogchalk," Daniel Pádua's attempt to provide some semi-standard metadata so we can search for weblogs more precisely. The metadata goes like this:


Google! DayPop! This is my blogchalk: English, United States, Boston, Brookline, David, Male, 51-55!

There are complete instructions on how to enter your own blogchalk here

posted by Hernani on 19.7.02 | link

18.7.02

Resposta ao Spam, I love you

Tremenda irresponsabilidade do Webinsider publicar uma bobagem como essa. Tinha por mim que este veículo colaborava com a internet, ao invés de fabricar mais um link para os spammers assinar suas mensagens dizendo que spam funciona. Leia no Museu do Spam

posted by Hernani on 18.7.02 | link

"Quem pensa grandemente, é forçado a errar grandemente."
Martin Heidegger, em A Experiência do Pensamento


Recebi bastante retorno positivo no relançamento da BeClue. Mas o que mais me chamou atenção foi o feedback do Felipe Izquierdo Fonseca sobre a carência de um discurso mais pró ativo. Ou seja, o que a BeClue pode trazer de positivo às empresas? O que a BeClue faz? Quais são os benefícios? Como provar em palavras os resultados efetivos.

Realmente, é difícil elaborar um discurso de auto promoção sem ser vazio ou sem fugir da retórica. Entendo que retórica é a arte da apresentação persuasiva usando palavras, sentenças, parágrafos, e estrutura de documento. Retórica nada tem a ver com truques furtivos. Tem tudo a ver com escrever bem.

Sempre achei que os artigos que publico trazem no conteúdo todo o pragmatismo do meu trabalho. É um grande esforço para demonstrar que a abordagem tradicional não está conseguindo catalisar o crescimento da web. E nesse sentido, o Marketing Hacker traz na sua proposta uma nova experimentação. Um conceito heterodoxo que pretende incrementar as conversações dos mercados. E assim, estabelecer uma nova ordem digital.

Para isso aposto na reputação. Meu cliente não é aquele que cai de pára-quedas no site em busca do tempo perdido. É aquele que está procurando soluções verdadeiras. Para quem quer saber o que passa nos meandros da rede, o Marketing Hacker é uma porta de entrada. A BeClue apenas faz a entrega.

Talvez a ingenuidade do Marketing Hacker está em apostar indiscriminadamente no conhecimento e na reputação como forma de divulgação do projeto. Seria muito mais fácil abrir a bocarra num microfone apenas para lambuzar os ouvintes com auto promoção sebosa. Com um discurso propagandista e monolítico. Prefiro manter a reputação, mas creio que vou ter que ceder as pressões e carregar meu banquinho para subir e gritar: "A BeClue oferece soluções reais para uma abordagem mercadológica efetiva. A BeClue entende a internet; A BeClue repercute os conceitos do Marketing Hacker para criar os resultados positivos tão esperados pela tua empresa."

Mas para mim isso não é o mais importante. Sinceramente, não adianta falar o que sei fazer. Tenho que provar. Os resultados do meu trabalho são bem conhecidos. É só procurar através do Google que as referências vão aparecer. Reputação digital não se compra. Está transcrita nas páginas da rede. Os projetos que estou envolvido estão na boca da comunidade. E digo mais, não se faz internet sozinho. O segredo está no engajamento de pessoas.

Este é o diferencial da BeClue. Estamos conversando com os mercados digitais emergentes. Conhecemos o seu idioma, as qualidades e os defeitos. Não estamos em cima do pedestal. Estamos linkados com o povo. Com as pessoas das terra. Construindo um ambiente propício para atender os novos tempos.

posted by Hernani on 18.7.02 | link

17.7.02

Você está convidado, mas é o nosso mundo. Jogue seus sapatos pela janela. Se você quiser negociar conosco, desça do pedestal!
posted by Hernani on 17.7.02 | link

Eu não leio a Webinsider. Acho que é uma das mais desorientadas revistas digitais. Faz tempo que não vejo uma matéria que acompanhe a tendência dos mercados. Para corroborar com que eu penso recebi do Tupi esse artigo: Spam I love you. Comentários infelizes do Fernand Alphen, diretor de criação da FNazca. Veja os argumentos:

1) Spam funciona.
Novidade!... Spam funciona para os desavisados... para mentes incautas. E para quem não tem visão de longo prazo.

2) Se posso conviver com os odores nauseabundos do Tietê, o que são 200, 300 mensagens não solicitadas na minha caixa postal?
Nossa! Porreta!. A Brahma, a Skol, a Erika Palomino estão muito bem servidas com a genialidade do articulista.

3) Se as contas de e-mail estão difíceis de administrar, vamos ensinar como funcionam os filtros anti spam, vamos comprar mais e maiores servidores - mais banda também, e vamos deixar de pão durismo.
E quem paga a conta. Dinheiro fácil só existe no mark up das agências de propaganda.

4) Como tudo na vida, como tudo na web, qualquer tentativa de enquadrar e proibir dá com os burros n´água.
Por isso a tecnologia se transforma. O Spam vai inviabilizar o email como canal de comunicação. O RSS tende a substituir as newsletters como canal de relacionamento com a comunidade. Bom para o mercado, mau para as empresas que não souberam respeitar a privacidade. O email, provavelmente, terá seu protocolo modificado.

5) Vamos continuar nos revoltando contra correntes indesejáveis, piadas de mau gosto e e-mails do iBest. A estratégia é educativa.
Piada de mau gosto são esses argumentos. Esta revolta contra tudo e contra todos faz parte de uma reorganização dos mercados e a transferência do poder para a sociedade civil.

6) De vez em quando eu morro de rir com alguns spams. E mais vale uma boa gargalhada do que mil discursos inflamados e teorias empoladas.
Pelo menos o cara tem bom humor... heheheh

7) Vamos deixar de ser frescos.
Sem comentários.

posted by Hernani on 17.7.02 | link

Lei anti-ciberterrorista passa nos EUA

Ontem, a Justiça americana aprovou uma lei que prevê a prisão perpétua para hackers que ameacem a vida de alguém, de propósito ou não. Segundo a lei, um ciberataque terrorista ou criminal pode abalar a economia e a infra-estrutura crítica da nação. É imperativo que as penalidades e leis sejam adequadas para impedir e deter tais iniciativas. Resta saber que critérios serão usados para avaliar a influência de um ataque hacker na economia ou na infra-estrutura crítica da nação.

O mais assustador é que a lei permite que a polícia possa grampear telefones ou a Internet sem necessidade de ordem judicial. Além disso, os provedores de Internet podem revelar o teor de e-mails caso a polícia assim deseje, o que antes era proibido. Abre-se, assim, um perigoso precedente que atenta contra a privacidade dos internautas. A verdade é que o Governo norte-americano e os ultraconservadores que o apóiam há muito tempo querem controlar a Internet. Não apenas para coibir a transmissão de códigos utilizados por terroristas e bandidos, mas, sem dúvida, para inibir a disseminação de informações de qualquer natureza contrárias à moral, aos bons costumes e aos seus interesses sócio-político-econômicos.

Foi aberta uma brecha para a invasão indiscriminada de e-mails alheios. Indiscriminada, sim: sem mandado judicial, sem nada que moralmente justifique um abuso de propriedade como esse, ler as mensagens de qualquer um vira medida arbitrária, tomada ao bel-prazer da polícia (e da política). Salve-se quem puder, porque a festa vai começar. Leia mais na IDG Now! >>
fonte: Tanatela

posted by Hernani on 17.7.02 | link

16.7.02

Use the blog, Luke

The collective future of blogs lies not in dethroning the New York Times -- but in becoming a force that can make sense of the Web's infinity of links (...)

The true revolution promised by the rise of bloggerdom is not about journalism. It's about information management. The bloggers have the potential to do something far more original than offer up packaged opinions on the news of the day; they can actually help organize the Web in ways tailored to your minute-by-minute needs. Often dismissed as self-obsessed "vanity sites," the bloggers actually have an important collective role to play on the Web. But they're not challengers to the throne of the New York Times and the Wall Street Journal. They're challengers to the throne of Google (...)

Google measures relevancy by determining how many other pages link to a given page (...)

This is the Blogger Effect. It's what happens when the arbiters of relevance in the "attention economy" shift toward a bottom-up structure. Google thinks pages are relevant now not just because they've received the imprimatur of Condé Nast or the New York Times, but because they caught the interest of Sopsy and friends.

But if you can't stand Sopsy, or you've no idea who he/she/it is, then it's a little bit disturbing that the site is skewing your Google rankings. There are significant political consequences to the Blogger Effect: Because the blogging community contains a disproportionate number of libertarians, it's possible that Google searches on certain hot-button issues will start skewing toward libertarian-friendly pages. Given Google's increasing prominence, this libertarian slant could prove to be more significant than the more familiar concerns about liberal bias in the major networks, and conservative bias on Fox News (...)

Think about those bloggers pointing to Sopsy and causing the site to rise in the Google rankings: Are they providing a journalistic function with those links? On some level, perhaps. But they are also doing something closer to information management, more librarian or archivist than Woodward and Bernstein. The bloggers are helping Google learn what pages should be connected to other pages, or to particular text strings. They are helping Google transform the Web from a disorganized mess into a more coherent universe of useful data. But their contributions to this noble cause have been limited to date, partially because the bloggers themselves have been too busy boxing with the phantoms of traditional journalism...
Steven Johnson

posted by Hernani on 16.7.02 | link

Proposal: The Weblog Foundation

I propose the creation of The Weblog Foundation for the advancement of weblogs and online media.

The foundation would support weblogs with hosting, software, and honorariums for a wide array of selected webloggers. It would raise mney from sponsor/underwriters, who would receive advertising on selected weblogs, as well as from technology underwriters, readers' contributions, and other activities.

I'm inspired to suggest this by the considerable discussion lately about the financial prospects of blogging. See Eric Olsen (multiple posts); Reid Stott on the difficulty of selling to advertisers; Nick Denton, who will help bring commerce to weblogs; Glenn Reynolds; Mickey Kaus, now making money on Slate); Christopher "Gonzo Marketing" Locke, who inspired part of this idea; Steven Johnson; Jason Kottke; Andrew Sullivan, who's actually getting money for his weblog; Richard Bennett; Doc Searls; and me and me again, -- not to mention recent Oliver Twist "please, suh, may I have some more" posts from the great Matt Welch, Ken Layne, and Charles Johnson.

I'm not waving the white flag of financial surrender and declaring weblogs to be unprofitable. Quite to the contrary, I believe that we need to take action such as this to prove that weblogs can be profitable. We need to demontrate their value to the Web, to media, to advertisers, and to society. We need to bring business discipline to the world of weblogging so we can show advertisers (aka sponsors or underwriters) how to use weblog to reach influencers and give them the responsiveness they demand. I had at first thought of this as a for-profit company, a weblog ad agency. But based on experience on the Internet, that's getting ahead of ourselves. This is too new, too strange to advertisers (as Stott makes clear). We must prove our value first.


If we do not do this, then I fear that many great weblogs will disappear as life and its bills get in the way. But if we do this, I believe we can support (and not compete with) commercial ventures from Denton, Henry Copeland, other entrepreneurs and individual webloggers.

Thus, the foundation. If you like the idea and would support it -- with effort, with promotion on your own weblog, with contributions -- then email me. Here are more details on how it would work

posted by Hernani on 16.7.02 | link

Un grupo de hackers se une para combatir la censura

Uno de los grupos de hackers más conocidos del mundo, Cult of the Dead Cow, acaba de desvelar un plan que ofrece software gratuito de navegación anónima a países donde el uso de Internet está censurado, especialmente China y las naciones del Medio Oriente. La intención es que puedan hacer uso de una tecnología que en sus lugares de residencia está prohibida.

posted by Hernani on 16.7.02 | link

"Everything about Internet has grown like a bacterial colony--the raw technical capacity to send information, the different ways people use it, and the number of users."
Howard Rheingold's em The Virtual Community (versão online para leitura).
fonte Paulo Colacino

posted by Hernani on 16.7.02 | link

15.7.02

different thinker por Mario AV
posted by Hernani on 15.7.02 | link

Se explode uma bomba em Jerusalém e o navegante quer ler o testemunho de alguém nas redondezas, não a notícia fria que chega pela tevê, ele rapidamente encontra-se perdido no emaranhado de ruídos que forma o ciberespaço.

Para resolver isso, Daniel (Pádua) inventou o Blogchalking. Não é um programa mas sim uma convenção. O sujeito tem um diário, cola nele dois ou três códigos que o site de Daniel produz automaticamente, e pronto. Na próxima vez que os mecanismos de busca como o Google passarem pelo tal diário, coisa que acontece toda hora, armazenam o punhado de informação. Ao navegante procurando gente em Jerusalém, basta passar no Google e digitar ?blogchalk jerusalem?. A um clique de distância, chega a lista. Leia mais no nominimo - Pedro Doria

posted by Hernani on 15.7.02 | link

MetáFora



Reading Gonzo--Engaged

Small Pieces Looselly Joined


Marketing Hacker
Arquivos Blog

  • Abril 2001
  • Maio 2001
  • Junho 2001
  • Julho 2001
  • Agosto 2001
  • Setembro 2001
  • Outubro 2001
  • Novembro 2001
  • Dezembro 2001
  • Janeiro 2002
  • Fevereiro 2002
  • Março 2002
  • Abril 2002
  • Maio 2002
  • Junho 2002
  • Julho 2002
  • This page is powered by Blogger. Isn't yours?

    (em inglês)

    Caterina.net
    Craig Burton
    Dan Gillmor
    dangerous monkey
    Dave
    Doc Searls
    dot-coma
    Evhead
    Fishrush
    Glenn Fleishman
    gone verbose
    IMproPRieTies
    Jeneane Sessum
    JD. Lasica
    JOHO-The Blog
    Keep Trying
    kuro5hin
    Marek
    monstro
    NUblog
    nologo.org
    now
    Poynter.org
    Rageboy
    Reading Gonzo--Engaged
    Rebecca´s Pocket
    saltire
    scripting
    slashdot
    unamerican
    UnchartedShores
    Zeldman

    (em português)

    blogchalk: Hernani/Male/41-45. Lives in Brazil/Sao Paulo/Vila Olimpia and speaks Portuguese. Spends 60% of daytime online. Uses a Fast (128k-512k) connection.

    42-L.U.E.
    Alfarrábio
    Blah Blah Blog
    CalvinOne
    Charlie
    Concatenum
    Esquissos
    Estraviz
    in-out
    Hipercortex
    HyperSpeed
    imBLÓGlios
    InternETC
    Interney
    Joelhasso
    Let´s Blogar
    Lingua de Fel
    Lu3
    M a N i F e S t O
    Mario AV
    Mauriceia Desvairada
    Mercado Hype
    Plena Mente
    por um punhado de pixels
    Samizdat
    Sub_Rosa
    The Flux
    Tom-B
    Udigrudi
    UnusMundus
    webdesign2you
    wumanity
    Zamorim
    zel




    A-Clue
    ClickZ
    Declan McCullagh
    EFFector
    EGR
    InformaticaETC
    Insite
    I-Sales
    I-Strategy
    JOHO
    Kevin Werbach
    Marcia Yudkin
    Melnet2
    SweetFancyMoses
    TDCRC