comunicação

Sobre o jornalismo e a opinião

Numa grande sociedade dividida em nações subdividida em províncias, em feudos, em cidades, houve sempre, antes mesmo da imprensa, uma opinião internacional, suscitada de tempos em tempos; abaixo desta, opiniões nacionais, intermitentes também, porém mais freqüentes; e abaixo desta, opiniões regionais e locais mais ou menos contínuas. Eis aí os estratos superpostos do espírito público. Só que a proporção dessas diversas camadas, enquanto importância, enquanto espessura, variou consideravelmente, e é fácil perceber em que sentido.

Maquinidade

Maquinidade refere-­se (...) à forma lógica de uma máquina, sua forma de operação, sua processualidade. (...) Podemos portanto dizer que, neste sentido, e sendo o computador nosso ponto de referência, o mundo passa a ser pensado como um algoritmo e, se é esta algoritimização do conhecimento e da vida que parece reger a tecnociência contemporânea, esta forma técnica do mundo rege também o nosso imaginário.

A rede

a rede - revista da inclusão digital

Matéria da revista A Rede; a matéria está copiada no anexo.

Teoria do Agendamento

A Teoria do Agendamento ou Agenda-setting theory, no original, em inglês, é uma teoria de Comunicação formulada por Maxwell McCombs e Donald Shaw na década de 1970. De acordo com este pensamento, a mídia determina a pauta (em inglês, agenda) para a opinião pública ao destacar determinados temas e preterir, ofuscar ou ignorar outros tantos. Mais na wikipedia

Medo de ser tocado

Não há nada que o homem mais tema do que o contato com o desconhecido. Ele quer ver aquilo que o está tocando; quer ser capaz de conhecê-lo ou, ao menos, de classificá-lo. Por toda parte, o homem evita o contato com o que lhe é estranho. À noite ou no escuro, o pavor ante o contato inesperado pode intensificar-se até o pânico. Nem mesmo as roupas proporcionam segurança suficiente - quão facilmente se pode rasgá-las, quão fácil é avançar até a carne nua, lisa, indefesa da vítima.

Conversações

(...)a televisão, apesar das tentativas importantes e em boa parte vindas dos grandes cineastas, não buscou sua especificidade numa função estética, mas numa função social, função de controle e de poder, onde reina o plano médio, que recusa toda a aventura da percepção em nome do olho profissional p94

quer se fundar um ‘consenso’, mas o consenso é uma regra ideal de opinião que nada tem a ver com a filosofia. p190

o marketing é agora o instrumento de controle social, e forma a raça impudente de nossos senhores(...).o homem não é mais o homem confinado, mas o homem endividado. p 224

é que a televisão é a forma através da qual os novos poderes de ‘controle’ tornam-se imediatos e diretos. p97

hoje é a informática, a comunicação, a promoção comercial que se apropriaram dos termos ‘conceito’ e ‘criativo’ e esses ‘conceituadores’ formam uma raça atrevida que exprime o ato de vender como o supremo pensamento capitalista, o cogito da mercadoria. p170

Conversações, 1972-1990. Rio de Janeiro, Ed. 34, 1992, tr. Br. Peter Pál Pelbart.

Movimento na comunicação

MALTA EM ELIAS CANETTI. Para além de analisar o termo massa, Canetti também o faz com malta (que deriva do latim movita, significando movimento). Para ele, malta é uma unidade mais antiga do que massa (Canetti, 1995: 93). A malta seria uma horda de número reduzido (10-20 homens) e uma forma que assume a excitação colectiva, visível em toda a parte. Característico de malta é o facto de não poder crescer. A malta consiste num grupo de pessoas excitadas que nada mais deseja do que ser mais.

Blogueiros da comunicação

Encontrei no blog do Rogério Christofoletti uma lista de blogueiros que conversam, pesquisam, atuam nos estudos da comunicação e, principalmente, no impacto da rede nesta mediação.

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