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A Laura chamou esse quadro de Letroca. Não sei se concordo com o nome. Não pintei letras. É uma cidade caos. Esse é um quadro que antecedeu o que fiz para a capa do linkania (vou postar já já...)

A conversa é outra

Enquanto tento falar por aqui sobre a linkania, Dalton Martins está no seu blog na mesma conversa. Nossa visão é diferente. Dalton insiste na produção da idéia do eu e o que estou tentando romper é com essa afirmação. Desde Freud não se concebe o homem como um ser indivisível. A identidade não é algo que nos define. Pois a identidade propriamente dita pode ser retirada no poupatempo. Nossos eus se relacionam numa multidão dentro de nós. Não existe uma essência do ser. Somos o caos.

Olhos dentro de ti

Rede só existe na relação. Uma rede de si mesmo é algo que só pode ser compreendido quando entendemos que não somos um indivíduo. Um ser indivisível, uma coisa em si. Somos múltiplos. E, estes múltiplos se relacionam numa rede de crenças e desejos. Não é tão complicado entender isso. Mas quando o debate vai para a filosofia a questão se faz na ontologia. Quem somos? No tempo e no espaço. Note que não uso a ontologia da ciência da computação.

semantic web

Technology experts and stakeholders who participated in a recent survey believe online information will continue to be organized and made accessible in smarter and more useful ways in coming years, but there is stark dispute about whether the improvements will match the visionary ideals of those who are working to build the semantic web. Read more...

Cem Olhos

Linkania é uma palavra que foi cunhada para identificar a rede que habitamos. Não foi ao contrário. O fenômeno redes acontece bem antes de querermos explica-lo. As vezes, sinto um certo vazio ao tentar evidenciar aquilo que é claro e transparente. A rede se faz permanente.

Estou experimentando um pequeno embate no laboratório sobre a necessidade de visualização dessas redes e, na minha maneira de pensar, a rede como a emergência de uma multidão hiperconectada,

Tentarei explicar por aqui. Digo tentar, pois as minhas palavras foram trocados por pinceis. Atualmente, prefiro conviver com os monstros internos. Cansei um pouco do papo de redes, conversações, linkania e outras cositas más. Não significa que não me preocupo com isso. Pelo contrário, meu trabalho está exatamente nessa relação digital.

Mas a rede se coisificou. As conversas foram absorvidas pelas necessidades do marketing. A preocupação não está mais na emergência de uma nova ética. E sim, na reapropriação desta ética pelo capital. Os twitters dos famosos se enchem de seguidores. Não preciso disso! Verdadeiras campanhas são colocadas na rede para desorientar cada vez mais a atenção dos mortais. A eleição vem aí com discursos cooptados, fakes e que não mais dizem por si. A voz humana some na camada do marketing. Nessa casa de pau a pique não há construção, nem transformação. A revolução se escondeu nas brechas. Está presente mas silenciosa. Fico de olho!!!

Gambiologia

Acabei de sair do Campus Party. Barulho infernal. Uma mistura de sons que se recombinam num estado de surdez do pensamento. Fui falar de gambiologia. A descontração do tema me levou a desconcentração geral. Ouvir, pensar e falar não me foi possível.

Mas isso já foi. O debate foi interessante. Uma composição de idéias que incluiu nomes como de Felipe Fonseca, André Lemos, Lucas Bambozzi, Marcus Bastus, Fred e Lucas do gambiologia.net, Sergio Amadeu, Marcelo Braz e Guilherme Maranhão. ;)

Migração

Faz algum tempo que estou migrando o blog do nucleus para o drupal. Eu gosto muito do nucleus, mas acho que já deu. Ficou difícil administrar vários projetos e algumas plataformas. A decisão foi migrar para o drupal. E cá estamos.... drupalizando o Marketing Hacker.

A migração não foi tão simples. Pois o conteúdo do Marketing Hacker se mistura ao comunix.org; Não mais havia necessidade de conduzir dois projetos paralelos. Logo, agora o Marketing Hacker rules.

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